segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Indicadores que incomodam IV
Não se pode negar que o governo desenvolveu esforços para tentar para tentar reverter esse quadro, principalmente pela ampliação dos investimentos. Entre 2003 e 2006, por exemplo, foi investido no setor um total de R$ 12,484 bilhões, incluindo recursos onerosos (via FGTS e BNDES) e não inerosos (Ministério das Cidades, Funasa e outros). Em 2007, foi lançado o Programa de Aceleração do Crescimento, que prevê investimento de R$ 40 bilhões no período 2007/2010, dos quais R$ 20 bilhões viriam através de empréstimo onerosos, R$ 8 bilhões do Orçamento Geral da União, R$ 4 bilhões via Funasa e R$ 8 bilhões através de contrapartidas das empresas e entidades que atuam no saneamento. O problema é que as obras do PAC não estão no ritmo programado, há dificuldades na viabilização dos recursos onerosos e nas contrapartidas e, embora o governo afirme que 84% das obras deverão estar concluídas até dezembro de 2010, nãó dá para afirmar categoricamente que isto acontecerá. Torcemos para que aconteça, porque certamente contribuirá para amenizar as carências do País em termos de saneamento. Mesmo porque, o que todos desejamos é que o País deixe de ostentar esses indicadores, para o bem de sua população.
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